Exercício Resolvido de firewall disponível para consulta.
-_-_-_ Programação de Scripts e Verificação de Logs - Entregar os exercícios que consta no material até quinta-feira a noite por email
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quinta-feira, 21 de março de 2013
Programação de Scripts e Verificação de Logs
Alunos da matéria de Programação de Scripts e Verificação de Logs ,
Favor enviar e-mail informando nome - RA para que possamos cadastrar no moodle da FATEC
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Segurança da Informação
Pequeno resumo da dissertação para obtenção de titulo de Mestre em Administração de Josué das Chagas Menezes,dissetação que virou Livro.
O autor cita três ondas de segurança, que nos primórdios a segurança era apenas voltada aos bens materiais, preocupando apenas com furtos e bens.
Na segunda onda na era industrial a falta de segurança se via em como evitar fraudes, assaltos, sabotagens, roubos e incêndios criminosos, ja terceira onda, a Informação era considerada a propulsão da economia, com isso a segurança da informação era um novo conceito.
Na área militar dos EUA , houve uma iniciativa para criação de um sistema de comunicação seguro, e que não dependesse de apenas uma linha de comunicação, que fosse capas de se comunicar mesmo que uma linha fosse destruída outras rotas poderiam ser utilizadas.
Após isso nasceu a conhecida INTERNET, que inicialmente teve objetivos militares, após alguns anos e aperfeiçoamento sua utilização e começou a ser voltada para interesses comerciais.
Voltando a terceira onda onde a informação é a fonte de conhecimento que gera riquezas, onde podemos patentear nossas ideias/invensões, e que roubos de informações confidenciais geram lucros a empresas concorrentes.
Com o crescimento da internet criou-se um Comite Gestor da Internet no Brasil o CGIbr, com o órgão funcionando o numero de incidentes reportados cresceu exponencialmente e a preocupação com a segurança estava cada vez maior.
A área Jurídica no Brasil relacionada a crimes na internet carece de leis específicas para punir os crimes digitais, mas o poder judiciário vem aplicando a legislação vigente aos crimes cibernéticos, diversos projetos de leis vem sendo votados no senado, tais como obrigatoriedade dos provedores de acesso em manter o log das conexões dos usuários por 3 anos, ou um projeto de lei que define melhor os crimes sobre pornografia infantil.
Em 1995 , com os problemas de segurança da informação o British Standard Institute, entidade do Reino Unido criou um padrão para orientar as empresas que foi dividido em duas partes: "Code of Practice for Information Security Management" e " Specification for Information Securtiy Management System" que em 1999 foi adotada pelo ISO e foi adotada a primeira parte no Brasil pela ABNT
A ISO/IEC 17799 define a segurança da informação como um ativo importante para os negócios mas apenas aponta o caminho para que as empresas procedam para gerencia dos riscos conforme suas atividades, os três pontos básico são:
a)À avaliação de risco dos ativos, pela identificação das ameaças, das vulnerabilidade e sua probabilidade de ocorrência;
b)A análise da legislação vigente, estatutos, regulamentação e as cláusulas contratuais que a organização, seus parceiros e terceiros tem que atender;
c)Os conjuntos particulares de princípios, objetivos e requisitos para processamento da informação que uma organização tem que desenvolver para apoiar suas operações.
A norma trás 11 tópicos para apoiar o gestor responsável pela introdução da segurança nas organizações
>Termos e Definições: define três pilares: Segurança da informação (significa confiabilidade, integridade e disponibilidade), avaliação de risco e gerenciamento de risco;
> Política de Segurança: envolve a elaboração do documento da política da segurança, que deve ser apoiado e aprovado na mais alta gerencia;
> Segurança Organizacional: orientação na criação da infra-estrutura da segurança da informação, onde gere a segurança e responsabilidade pelo processamento da informação terceirizada para outra organização;
>Classificação e controle dos ativos da informação: recomenda a classificação segmentando os níveis de sensibilidade da informação para que os níveis mais sensíveis possuam maior prioridade na segurança, todos os pontos devem ser contabilizados e seus responsáveis.
>Segurança em Pessoas: voltado para a redução de riscos de causa humana, como fraude e uso indevido de informações, o ele mais fraco na corrente da proteção é o usuário;
>Segurança física e do ambiente: é necessário que as instalações sejam mantidas em áreas seguras, com perímetro definido e protegido com barreiras de segurança e controle de acesso, para que somente pessoas devidamente autorizadas possam ter acesso, isto visa manter a segurança da instalação física;
>Gerenciamento das operações e comunicações: quando apropriado visa orientar o principio de segregação de funções para reduzir o risco de uso negligente ao próprio sistema, também recomendações para garantir a operação segura e correta do processamento da informação;
>Controle de Acesso: o controle de acesso lógico aos recursos computacionais, gerenciando as responsabilidades de cada usuário, o principio que deve ser aplicado no CA é "tudo deve ser proibido a menos que expressamente permitido", outros pontos como sincronização de relógios e acesso remoto;
> Desenvolvimento e manutenção de sistemas: é um ponto sensível, pois envolve todos os pontos do desenvolvimento , validação de mensagens de entrada e saída, criptografia e acesso a bibliotecas de programa fonte, e dispõe que planos de contingência e todos os requisitos de segurança sejam acordados no levantamento do projeto;
>Gestão da continuidade do negócio: Análise, documentação e implantação de plano para garantir a recuperação das operações vitais;
> Conformidade: levanta a necessidade de que todas as políticas implantadas estejam em conformidade com as leis contratos vigentes, para evitar violação de qualquer natureza que possa trazer prejuízos, vale ressaltar que as leis variam de país para país por isso quando existe transações internacionais os cuidados devem ser dobrados.
Com essa pequena abordagem sobre a ISO/IEC 17799 podemos ver claramente que não é um manual sobre a criação e gestão da segurança específico, ele aborda todos os temas, mas a política de segurança varia com a necessidade de cada empresa ou organização, fazendo que uma política de segurança da empresa X não causa efeitos na empresa Z, Devemos levar em consideração a necessidade de criar uma política de segurança alinhada aos negócios da empresa, facilitando a adoção e evitando medidas desnecessárias.
O autor cita três ondas de segurança, que nos primórdios a segurança era apenas voltada aos bens materiais, preocupando apenas com furtos e bens.
Na segunda onda na era industrial a falta de segurança se via em como evitar fraudes, assaltos, sabotagens, roubos e incêndios criminosos, ja terceira onda, a Informação era considerada a propulsão da economia, com isso a segurança da informação era um novo conceito.
Na área militar dos EUA , houve uma iniciativa para criação de um sistema de comunicação seguro, e que não dependesse de apenas uma linha de comunicação, que fosse capas de se comunicar mesmo que uma linha fosse destruída outras rotas poderiam ser utilizadas.
Após isso nasceu a conhecida INTERNET, que inicialmente teve objetivos militares, após alguns anos e aperfeiçoamento sua utilização e começou a ser voltada para interesses comerciais.
Voltando a terceira onda onde a informação é a fonte de conhecimento que gera riquezas, onde podemos patentear nossas ideias/invensões, e que roubos de informações confidenciais geram lucros a empresas concorrentes.
Com o crescimento da internet criou-se um Comite Gestor da Internet no Brasil o CGIbr, com o órgão funcionando o numero de incidentes reportados cresceu exponencialmente e a preocupação com a segurança estava cada vez maior.
A área Jurídica no Brasil relacionada a crimes na internet carece de leis específicas para punir os crimes digitais, mas o poder judiciário vem aplicando a legislação vigente aos crimes cibernéticos, diversos projetos de leis vem sendo votados no senado, tais como obrigatoriedade dos provedores de acesso em manter o log das conexões dos usuários por 3 anos, ou um projeto de lei que define melhor os crimes sobre pornografia infantil.
Em 1995 , com os problemas de segurança da informação o British Standard Institute, entidade do Reino Unido criou um padrão para orientar as empresas que foi dividido em duas partes: "Code of Practice for Information Security Management" e " Specification for Information Securtiy Management System" que em 1999 foi adotada pelo ISO e foi adotada a primeira parte no Brasil pela ABNT
A ISO/IEC 17799 define a segurança da informação como um ativo importante para os negócios mas apenas aponta o caminho para que as empresas procedam para gerencia dos riscos conforme suas atividades, os três pontos básico são:
a)À avaliação de risco dos ativos, pela identificação das ameaças, das vulnerabilidade e sua probabilidade de ocorrência;
b)A análise da legislação vigente, estatutos, regulamentação e as cláusulas contratuais que a organização, seus parceiros e terceiros tem que atender;
c)Os conjuntos particulares de princípios, objetivos e requisitos para processamento da informação que uma organização tem que desenvolver para apoiar suas operações.
A norma trás 11 tópicos para apoiar o gestor responsável pela introdução da segurança nas organizações
>Termos e Definições: define três pilares: Segurança da informação (significa confiabilidade, integridade e disponibilidade), avaliação de risco e gerenciamento de risco;
> Política de Segurança: envolve a elaboração do documento da política da segurança, que deve ser apoiado e aprovado na mais alta gerencia;
> Segurança Organizacional: orientação na criação da infra-estrutura da segurança da informação, onde gere a segurança e responsabilidade pelo processamento da informação terceirizada para outra organização;
>Classificação e controle dos ativos da informação: recomenda a classificação segmentando os níveis de sensibilidade da informação para que os níveis mais sensíveis possuam maior prioridade na segurança, todos os pontos devem ser contabilizados e seus responsáveis.
>Segurança em Pessoas: voltado para a redução de riscos de causa humana, como fraude e uso indevido de informações, o ele mais fraco na corrente da proteção é o usuário;
>Segurança física e do ambiente: é necessário que as instalações sejam mantidas em áreas seguras, com perímetro definido e protegido com barreiras de segurança e controle de acesso, para que somente pessoas devidamente autorizadas possam ter acesso, isto visa manter a segurança da instalação física;
>Gerenciamento das operações e comunicações: quando apropriado visa orientar o principio de segregação de funções para reduzir o risco de uso negligente ao próprio sistema, também recomendações para garantir a operação segura e correta do processamento da informação;
>Controle de Acesso: o controle de acesso lógico aos recursos computacionais, gerenciando as responsabilidades de cada usuário, o principio que deve ser aplicado no CA é "tudo deve ser proibido a menos que expressamente permitido", outros pontos como sincronização de relógios e acesso remoto;
> Desenvolvimento e manutenção de sistemas: é um ponto sensível, pois envolve todos os pontos do desenvolvimento , validação de mensagens de entrada e saída, criptografia e acesso a bibliotecas de programa fonte, e dispõe que planos de contingência e todos os requisitos de segurança sejam acordados no levantamento do projeto;
>Gestão da continuidade do negócio: Análise, documentação e implantação de plano para garantir a recuperação das operações vitais;
> Conformidade: levanta a necessidade de que todas as políticas implantadas estejam em conformidade com as leis contratos vigentes, para evitar violação de qualquer natureza que possa trazer prejuízos, vale ressaltar que as leis variam de país para país por isso quando existe transações internacionais os cuidados devem ser dobrados.
Com essa pequena abordagem sobre a ISO/IEC 17799 podemos ver claramente que não é um manual sobre a criação e gestão da segurança específico, ele aborda todos os temas, mas a política de segurança varia com a necessidade de cada empresa ou organização, fazendo que uma política de segurança da empresa X não causa efeitos na empresa Z, Devemos levar em consideração a necessidade de criar uma política de segurança alinhada aos negócios da empresa, facilitando a adoção e evitando medidas desnecessárias.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
OPEN VPN
Originalmente este foi um pequeno trabalho para matéria de Laboratório de Redes do meu cusro de Tecnologia em Segurança da Informação, a maior parte deste tutorial foi copiada do site do Guia do Hardware com algumas modificações.
Não existe uma única definição para as redes privadas virtuais (VPNs), nem mesmo muito de um consenso entre os vendedores VPN, como o que inclui uma VPN. Por consequencia, todos nós sabemos o que é uma VPN, mas estabelecer uma definição única pode ser extraordinariamente difícil. Algumas definições são suficientemente ampla de modo a permitir que a alegação de que um Frame Relay qualifica como uma VPN, quando, na verdade, é uma sobreposição de rede.
VPNs fornecem uma forma mais ativa de segurança através da criptografia ou encapsulagem para a transmissão de dados através de uma rede não segura. Estes dois tipos de segurança, criptografia e encapsulamento formam a fundação da rede privada virtual. No entanto, ambos criptografia e encapsulamento são termos genéricos que descrevem uma função que pode ser executada por uma série de tecnologias específicas. Para aumentar a confusão, estes dois conjuntos de tecnologias podem ser combinadas de diferentes topologias execução. Assim, VPNs pode variar muito de fornecedor para fornecedor.
Antigamente o único método para formar uma VPN éra atraves de Frame-relay, no qual o custo fixo mensal era alto, hoje usando uma VPN atravéz de dois pontos utilizando conexões Adsl ou Cabo torna-se uma solução muito boa e barata.
Como o próprio nome já diz a Rede Virtual Privada pode ser criptografada ou não, a segunda opção não mostras vantagens em sua utilização, já que o enteresse em ligar dois pontos é ter uma comunicação segura por um meio não tão seguro como a internet, naturalmente nenhuma VPN pode ser considerada 100% segura, já que sempre existe um pequeno risco de alguem conseguir obter acesso aos servidores ou roubar a chave de encriptação, mas isso é muito pouco provavel.
Em nosso estudo vamos estabelecer uma VPN entre um cliente e servidor de acordo com a seguinte topologia.
Cliente conectado via Wireless num ponto de acesso, e o servidor conectado no ponto de acesso via cabo de rede.
Como já estudamos as redes Wireless sem proteção é altamente insegura, pois os dados trafegam via ondas de radio e podem ser interceptadas por pessoas não autorizadas.
O software utilizado para a VPN será o OpenVPN, que tem versões para Linux e Windows, em nosso estudo utilizaremos um cliente rodando o sistema operacional Windows Vista e um servidor rodando sistema operacional GNU/Linux Debian 4.0.
PARA TESTES INICIAIS foi efetuado a configuração via cabo em rede local entre
servidor Debian 4,0
cliente BigLinux 5,0
Vamos partir para a configuração do servidor.
Instalando o OpenVpn
#apt-get install openvpn
Depois de instalar o pacote, o próximo passo é carregar o módulo "tun" do Kernel, que é utilizado pelo OpenVPN para criar interfaces virtuais. Cada VPN criada se comporta como se fosse uma nova interface de rede, conectada à rede de destino. Imagine que a VPN se comporta como se existisse um cabo de rede gigante ligando esta interface virtual à rede do outro lado do túnel.
Adicione a linha "tun" no final do arquivo "/etc/modules" para que o módulo passe a ser carregado automaticamente durante o boot:
# echo tun >> /etc/modules
Estes três passos, ou seja, a instalação do OpenVPN, o carregamento do módulo e a adição da linha no final do arquivo devem ser executados tanto no servidor quanto nos clientes.
Depois de concluída a instalação, você pode criar um túnel simples, não encriptado, usando os comandos abaixo. Este túnel não pode ser considerado uma "VPN" já que não é seguro, mas serve como um "hello word" dentro da configuração do OpenVPN.
Presumindo que as duas máquinas estejam ligadas em rede e que não exista nenhum firewall no caminho, use o comando abaixo no cliente, especificando o endereço do servidor:
# openvpn --remote 192.168.1.1 --dev tun0 --ifconfig 10.0.0.1 10.0.0.2
Explicação do comando
openvpn = chamando o programa
--remote 192.168.1.1 = endereço do computador remoto ligado pela VPN
--dev tun0 = nome da intervace de rede criada
--ifconfig 10.0.0.1 10.0.0.2 = indicando o ip da maquina local e ip da maquina remota
Faça o mesmo no servidor, especificando agora o endereço do cliente:
# openvpn --remote 192.168.1.202 --dev tun0 --ifconfig 10.0.0.2 10.0.0.1
Explicação do comando
openvpn = chamando o programa
--remote 192.168.1.202 = endereço do computador remoto ligado pela VPN
--dev tun0 = nome da intervace de rede criada
--ifconfig 10.0.0.2 10.0.0.1 = indicando o ip da maquina local e ip da maquina remota
Rode o comando "ifconfig" no cliente e você verá que foi criada uma interface de rede virtual, a "tun0", com o endereço "10.0.0.1":
Duron:~# ifconfig tun
tun0 Encapsulamento do Link: Não Especificado Endereço de HW 00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00
inet end.: 10.0.0.1 P-a-P:10.0.0.2 Masc:255.255.255.255
UP POINTOPOINT RUNNING NOARP MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
RX packets:0 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:2 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:100
RX bytes:0 (0.0 b) TX bytes:168 (168.0 b)
Nossa primeira VPN está pronta, porem criar uma conexão sem criptografia é pouco recomendado e esta longe de nossa abordagem que é criar uma conexão segura entre os pontos que é o nosso ponto de abordagem.
O segundo exemplo deVPN será atraves da internet com duas conexões ADSL

Existe algumas formas de de tornar a VPN segura, utilizando chaves de criptografia estáticas ou dinâmica, vamos abordar a configuração de chaves estaticas em nosso trabalho , que garante ótima segurança, tornando-se vulneravel apenas pela possibilidade de um atacante quebrar a chave por força bruta , pois a chave sempre é a mesma.
Vamos começar a configurar nossa VPN criando uma chave estática.
O primeiro passo é entrar no diretorio onde foi instalado o OpenVPN e gerar a chave estatica, tomando como padrão a instalação seguimos os seguintes comandos
# cd /etc/openvpn
# openvpn –genkey –secret static.key
O primeiro comando é apenas para entrar no diretorio padrão da instalação do OpenVPN, o segundo é a criação da chave de encriptação, após o comando podemos listar os dados do diretorio que será visualizado o arquivo static.key, que contem uma chave de 2048bits que será usado para encriptar e decriptar as informações trafegadas pela VPN.
O segundo passo é copiar essa mesma chave para o diretorio do OpenVPN do computador cliente, podendo ser atravez de pen-drive ou outra midia ou até mesmo por um serviço como ftp ou outro, vale lembrar que poderíamos enviar o arquivo via e-mail, porem sabemos que o serviço de email é “inseguro”,pois os dados são enviados de forma normal, onde poderíamos sofrer uma interceptação dos dados.
Como já vimos o exemplo inicial da configuração da VPN , vamos agora criar um arquivo de configuração para armazenar os dados e customizar nossa conexão, onde vamos inserir novas diretrizes a serem utilizadas, como descrição da chave, comando para verificação constante da conectividade entre os pontos, conexão automatica, dentre outras melhorias.
Continuando a configuração vamos criar um arquivo contendo as configurações, dentro do diretorio com o seguinte nome “server.conf”
O arquivo "/etc/openvpn/server.conf", no servidor, fica com o seguinte conteúdo:
dev tun
ifconfig 10.8.0.1 10.8.0.2
secret static.key
A linha "ifconfig 10.8.0.1 10.8.0.2" inclui os endereços que serão usados pelas interfaces virtuais da VPN, no servidor e no cliente. No exemplo, o servidor utilizará o endereço "10.8.0.1" e o cliente o endereço "10.8.0.2". Você pode utilizar outros endereços se preferir. O importante é que os endereços utilizados na VPN devem ser sempre diferentes dos endereços usados na rede local
Em seguida, vem o arquivo "/etc/openvpn/client.conf", que deve ser criado no cliente:
remote henriquefatec.homelinux.com
dev tun
ifconfig 10.8.0.2 10.8.0.1
secret static.key
A primeira linha especifica o endereço IP do servidor. No exemplo, estou utilizando um endereço de rede local, já que estamos apenas testando a VPN, mas, em um exemplo real de uso, você utilizaria o endereço IP de Internet do servidor ou (ao utilizar uma conexão com IP dinâmico) um domínio virtual utilizado por ele.
O OpenVPN versão 2.1 utiliza porta 1194 udp em sua comunicação, porem como de costume podemos alterar , versões anteriores utilizam a porta 5000 udp, é necessário que o firewall esteja configurando com a porta em questão aberta, e no caso de ser utilizado uma VPN com um computador da rede interna, os trafego da porta referida deve ser encaminhado para o computador em questão.
Como pode existir diferença na instalação quando utilizado repositorios de distribuições Linux diferentes vamos afirmar a configuração utilizando no arquivo a descrição da porta utilizada:
proto udp
port 1500
Como em qualquer conectividade existem alguns problemas a serem discutidos e se possivel melhorados, em nossa abordagem trataremos alguns pontos para maximizar a eficiencia e funcionalidade.
O primeiro, e mais importante, é o parâmetro "keepalive", que faz com que o servidor e o cliente monitorem a conexão, enviando pings periódicos um para o outro, e reiniciem a VPN automaticamente caso não recebam resposta dentro de um período determinado. Esta opção é especialmente importante em VPNs usadas através de links ADSL ou qualquer outro tipo de conexão que não seja completamente estável. Um exemplo de uso seria:
keepalive 10 120
O primeiro número especifica o intervalo dos pings e o segundo o timeout, depois do qual a VPN é reiniciada. Nesse caso, o ping é enviado a cada 10 segundos sem atividade e a VPN é reiniciada depois de 120 segundos sem respostas. Caso o link seja interrompido, o cliente tenta restabelecer a VPN periodicamente, até que tenha sucesso. Esta linha deve ser incluída tanto na configuração do servidor quanto na do cliente.
Opcionalmente, você pode incluir a linha "inactive", para especificar um tempo máximo para as tentativas de reconexão. Se quiser que o cliente desista depois de uma hora, por exemplo, inclua a linha:
inactive 3600
O parâmetro "comp-lzo" faz com que o OpenVPN passe a compactar os dados transmitidos através do túnel (é necessário que o pacote "lzo" esteja instalado). O algoritmo usado pelo OpenVPN é bastante leve, por isso o uso adicional de processamento, tanto no servidor quando nos clientes é pequeno. A compressão dos dados não faz milagres, mas é uma boa forma de melhorar o desempenho da VPN ao utilizar links lentos ou congestionados. Esta é outra opção que deve ser incluída tanto no servidor quanto nos clientes quando ambos utilizam Linux, para que seja usada:
comp-lzo
Porém em nosso estudo de caso não utilizaremos a compactação de dados.
Outras duas opções, úteis para tornar a VPN mais confiável e mais resistente a problemas de conectividade, são a "persistkey" e a "persisttun". Elas fazem com que o daemon mantenha a interface tun aberta e as chaves carregadas quando é reiniciado (quando a VPN é restabelecida depois de uma queda de conexão, por exemplo), o que torna mais rápida a restauração do link e evita problemas diversos:
persistkey
persisttun
Essa particularidade tambem não usaremos em nosso estudo, pois criaremos uma conexão simples sem apenas para testes, embora em ambiente de produção quanto mais otimizada for a configuração melhor será o desempenho .
Outra opção útil ao utilizar conexões com IP dinâmico é a opção "float", que permite que o túnel continue aberto mesmo que o endereço IP da outra máquina mude. Em situações normais, a mudança de IP faria com que a conexão fosse encerrada e o túnel fosse interrompido até que fosse reiniciado (seja manualmente ou seja pelo uso da opção keepalive). A opção "float" torna o processo mais transparente, já que o OpenVPN passa a monitorar as mudança de endereços, mantendo o túnel aberto enquanto houver conexão entre as duas partes. Essa opção também deve ser incluída tanto na configuração do servidor quanto na do cliente:
float
Temos aqui um exemplo de configuração do servidor, onde são usados os parâmetros que acabamos de ver:
proto udp
port 1500
dev tun
keepalive 10 120
float
ifconfig 10.8.0.1 10.8.0.2
secret static.key
A configuração no cliente é praticamente a mesma, com a adição da linha "remote", que especifica o endereço do servidor e a mudança na linha "ifconfig", onde a ordem dos endereços são trocados:
remote henriquefatec.homelinux.com
proto udp
port 1500
dev tun
keepalive 10 120
float
ifconfig 10.8.0.2 10.8.0.1
secret static.key
Se a VPN não funcionar, ou se você receber um "Starting virtual private network daemon: client(FAILED)" ao reiniciar o serviço, experimente ativar o OpenVPN manualmente (no cliente), usando o comando:
# openvpn --config client.conf
Isso faz com que ele exiba as mensagens geradas pelo programa durante a inicialização, o que pode ajudá-lo a identificar o problema. Pode ser que ele não esteja conseguindo contactar o servidor no endereço especificado (ou o firewall pode estar bloqueando a porta especificada na configuração), pode existir algum erro na configuração, ou pode ter havido algum problema durante a geração ou a cópia das chaves, por exemplo..
Resultados obtidos com o OpenVPN
Computador Cliente
celeron:/etc/openvpn# ifconfig
eth0 Encapsulamento do Link: Ethernet Endereço de HW 00:08:54:A6:60:91
inet end.: 192.168.2.254 Bcast:192.168.2.255 Masc:255.255.255.0
endereço inet6: fe80::208:54ff:fea6:6091/64 Escopo:Link
UP BROADCASTRUNNING MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
RX packets:1940587 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:2420746 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:1000
RX bytes:350434407 (334.2 MiB) TX bytes:2057523791 (1.9 GiB)
IRQ:169 Endereço de E/S:0xe000
eth1 Encapsulamento do Link: Ethernet Endereço de HW 00:13:D3:1C:7F:44
inet end.: 10.1.1.2 Bcast:10.255.255.255 Masc:255.0.0.0
endereço inet6: fe80::213:d3ff:fe1c:7f44/64 Escopo:Link
UP BROADCASTRUNNING MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
RX packets:2412595 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:2071920 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:1000
RX bytes:2012453913 (1.8 GiB) TX bytes:366020391 (349.0 MiB)
IRQ:185 Endereço de E/S:0xe800
lo Encapsulamento do Link: Loopback Local
inet end.: 127.0.0.1 Masc:255.0.0.0
endereço inet6: ::1/128 Escopo:Máquina
UP LOOPBACKRUNNING MTU:16436 Métrica:1
RX packets:638 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:638 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:0
RX bytes:127964 (124.9 KiB) TX bytes:127964 (124.9 KiB)
ppp0 Encapsulamento do Link: Protocolo Ponto-a-Ponto
inet end.: 200.163.216.135 P-a-P:189.31.245.254 Masc:255.255.255.255
UP POINTOPOINT RUNNING NOARP MULTICAST MTU:1492 Métrica:1
RX packets:2410678 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:2070045 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:3
RX bytes:1959124414 (1.8 GiB) TX bytes:320422641 (305.5 MiB)
tun0 Encapsulamento do Link: Não Especificado Endereço de HW 00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00
inet end.: 10.8.0.2 P-a-P:10.8.0.1 Masc:255.255.255.255
UP POINTOPOINT RUNNING NOARP MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
RX packets:21 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:21 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:100
RX bytes:1764 (1.7 KiB) TX bytes:1764 (1.7 KiB)
celeron:/etc/openvpn#
Testando a conectividade.
celeron:/etc/openvpn# ping 10.8.0.1
PING 10.8.0.1 (10.8.0.1) 56(84) bytes of data.
64 bytes from 10.8.0.1: icmp_seq=1 ttl=64 time=106 ms
64 bytes from 10.8.0.1: icmp_seq=2 ttl=64 time=63.8 ms
64 bytes from 10.8.0.1: icmp_seq=3 ttl=64 time=67.6 ms
64 bytes from 10.8.0.1: icmp_seq=4 ttl=64 time=79.3 ms
64 bytes from 10.8.0.1: icmp_seq=5 ttl=64 time=74.6 ms
64 bytes from 10.8.0.1: icmp_seq=6 ttl=64 time=72.4 ms
64 bytes from 10.8.0.1: icmp_seq=7 ttl=64 time=88.1 ms
64 bytes from 10.8.0.1: icmp_seq=8 ttl=64 time=77.3 ms
--- 10.8.0.1 ping statistics ---
8 packets transmitted, 8 received, 0% packet loss, time 7014ms
rtt min/avg/max/mdev = 63.886/78.707/106.127/12.462 ms
celeron:/etc/openvpn#
Computador Servidor .
Duron:/etc/openvpn# ifconfig
eth0 Encapsulamento do Link: Ethernet Endereço de HW 00:08:54:A7:34:4C
inet end.: 192.168.3.254 Bcast:192.168.3.255 Masc:255.255.255.0
endereço inet6: fe80::208:54ff:fea7:344c/64 Escopo:Link
UP BROADCASTRUNNING MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
RX packets:1883992 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:2164015 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:1000
RX bytes:489264674 (466.5 MiB) TX bytes:1736767013 (1.6 GiB)
IRQ:10 Endereço de E/S:0xda00
eth1 Encapsulamento do Link: Ethernet Endereço de HW 00:08:54:48:9C:C9
inet end.: 10.1.1.3 Bcast:10.255.255.255 Masc:255.0.0.0
endereço inet6: fe80::208:54ff:fe48:9cc9/64 Escopo:Link
UP BROADCASTRUNNING MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
RX packets:2203054 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:1862723 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:1000
RX bytes:1704347852 (1.5 GiB) TX bytes:507401977 (483.8 MiB)
IRQ:12 Endereço de E/S:0xdc00
lo Encapsulamento do Link: Loopback Local
inet end.: 127.0.0.1 Masc:255.0.0.0
endereço inet6: ::1/128 Escopo:Máquina
UP LOOPBACKRUNNING MTU:16436 Métrica:1
RX packets:329 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:329 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:0
RX bytes:43407 (42.3 KiB) TX bytes:43407 (42.3 KiB)
ppp0 Encapsulamento do Link: Protocolo Ponto-a-Ponto
inet end.: 201.66.13.55 P-a-P:201.24.196.254 Masc:255.255.255.255
UP POINTOPOINT RUNNING NOARP MULTICAST MTU:1492 Métrica:1
RX packets:2183128 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:1842419 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:3
RX bytes:1655059567 (1.5 GiB) TX bytes:465631032 (444.0 MiB)
tun2 Encapsulamento do Link: Não Especificado Endereço de HW 00-00-00-0 0-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00-00
inet end.: 10.8.0.1 P-a-P:10.8.0.2 Masc:255.255.255.255
UP POINTOPOINT RUNNING NOARP MULTICAST MTU:1500 Métrica:1
RX packets:8 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0
TX packets:8 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0
colisões:0 txqueuelen:100
RX bytes:672 (672.0 b) TX bytes:672 (672.0 b)
Duron:/etc/openvpn# ping 10.8.0.2
PING 10.8.0.2 (10.8.0.2) 56(84) bytes of data.
64 bytes from 10.8.0.2: icmp_seq=1 ttl=64 time=79.9 ms
64 bytes from 10.8.0.2: icmp_seq=2 ttl=64 time=65.5 ms
64 bytes from 10.8.0.2: icmp_seq=3 ttl=64 time=87.5 ms
64 bytes from 10.8.0.2: icmp_seq=4 ttl=64 time=79.6 ms
64 bytes from 10.8.0.2: icmp_seq=5 ttl=64 time=90.9 ms
64 bytes from 10.8.0.2: icmp_seq=6 ttl=64 time=93.9 ms
--- 10.8.0.2 ping statistics ---
6 packets transmitted, 6 received, 0% packet loss, time 4995ms
rtt min/avg/max/mdev = 65.598/82.950/93.972/9.386 ms
Duron:/etc/openvpn#
Com essa demonstração concluimos o segundo teste e o mais utilizado atualmente, uma conexão VPN como a demonstrada acima é muito utilizada, pois conectividade com redes ADSL tem preço acessivel e elimina a necessidade de contratar links como Frame-relay que são extremamente caros e inacessiveis para a maioria das pequenas e medias empresas.
Como o intuito deste trabalho é demonstrar uma VPN via Rede Wireless que por sua vez é muito insegura se mal configurada, uma solução viável é criar um tunel com a VPN garantindo assim segurança no trafego de informações pela rede Wireless.

Tomamos esta estrutura com servidor rodando sistema operacional GNU/LINUX, pois na realidade a maior parte das situações que encontramos segue este padrão , servidores Linux e clientes Windows, primeiramente vamos obter o software para o cliente diretamente no site do OpenVPN em http://openvpn.net/index.php/downloads.html selecione o arquivo versão 2.1 como indicado na figura abaixo .

Após baixar vamos seguir os passos para instalar o programa, procedimento muito intuitivo no sistema Windows, sempre Next , Next , Next Finish.
Após baixar o arquivo de um duplo click para executar , e será exibida a seguinte janela, click em Next
A segunda Janela apresentada será a respeito da Licensa de Uso, click em I Agree para aceitar e continuar a instalação.
Em seguida a janela de instalação oferece opções diversas, vamos deixar todas as opções marcadas e continuar com a instalação.
A proxima janela faz referencia ao diretorio de instalação, que será utilizado para colarmos a chave de criptografia da VPN juntamenteo com o arquivo de configuração, por padrão o diterório é
C:\Arquivos de Programas\OpenVPN\
Ao clicarmos e Install o Windows começará a instalação, a Microsoft tem um porgrama de certificação de drivers para seu sistema operacional, porém este processo é caro e demorado, isto não significa que o programa vai causar problema em seu computador, apenas não foi validadado pela Microsoft, clique em Continuar Assim Mesmo para concluir a instalação.
Após este passo a instalação está basicamente conclida, apenas clique em Next e Finsh.
Agora vamos para a configuração da VPN no cliente Windows.Primeiro passo é abrir o diretório da instalação do OpenVPN,que por default fica em C:\Arquivos de Programas\OpenVPN\.
Primeiro passo é copiar a chave de criptografia criada no Linux para a pasta , o arquivo pode ser copiado via pen-drive, cd, ou outro método, lembrando que a chave é a forma de encriptar e decriptar os dados trafegados pela VPN.
Proximo passo é criar um arquivo de configuração similar ao arquivo do linux, a única particularidade é o endereço da chave, que é indicada um pouco diferente do linux. Crie o arquivo de configuração com o Bloco de Notas e salve com o nome de client.ovpn Como a imagem

Uma pequena ressalva no arquivo de configuração da figura é na indicação do endereço da chave, como podemos ver no exemplo “secret static.key” porém no windows devemos informar o endereço completo do arquivo, “secret C:\\Arquivos de Programas\\OpenVPN\\secret.key” após este procedimento estamos prontos para iniciar a VPN.
Com o outro botão do mouse clique sobre o arquivo de configuração e em Start Openvpn.

Uma janela vai abrir e mostrar informações sobre o estabelecimento da VPN, muito útil para identificar onde está ocorrendo o problema quando não conseguimos conectividade.

A imagem indica que foi Inicialização foi completada, agora vamos checar a conectividade com o comando ping.

A imagem mostra o sucesso na conectividade pela VPN.
O screen a seguir , mostra de fato que existe a conxão VPN que é o TAP Win 32 e a conexão Wireless com o adaptador Atheros AR5005g. E a conexão local VIA está desabilitada, estamos conectado ao servidor Web do servidor VPN linux 10.8.0.1 e temos na tela o Status das conexões Wireless e VPN

Com teste ustilizando o Iptraf foi verificado que todo o trafego independente do protocolo e serviço, é transmitido pela porta udp1500 que foi configurada manualmente em nosso artigo, isso serve como lembrete para verificar se não existe firewall bloqueando a porta configurada para a conexão.
BIBLIOGRAFIA
http://openvpn.net/index.php/documentation/howto.html
http://www.guiadohardware.net/tutoriais/openvpn
http://www.guiadohardware.net/tutoriais/openvpn_2/
http://www.cisco.com/en/US/docs/internetworking/technology/handbook/VPN.html
#apt-get install openvpn
Depois de instalar o pacote, o próximo passo é carregar o módulo "tun" do Kernel, que é utilizado pelo OpenVPN para criar interfaces virtuais. Cada VPN criada se comporta como se fosse uma nova interface de rede, conectada à rede de destino. Imagine que a VPN se comporta como se existisse um cabo de rede gigante ligando esta interface virtual à rede do outro lado do túnel.
# echo tun >> /etc/modules
# openvpn --remote 192.168.1.1 --dev tun0 --ifconfig 10.0.0.1 10.0.0.2
# openvpn --remote 192.168.1.202 --dev tun0 --ifconfig 10.0.0.2 10.0.0.1
Duron:~# ifconfig tun
O segundo exemplo deVPN será atraves da internet com duas conexões ADSL

dev tun
remote henriquefatec.homelinux.com
proto udp
Como em qualquer conectividade existem alguns problemas a serem discutidos e se possivel melhorados, em nossa abordagem trataremos alguns pontos para maximizar a eficiencia e funcionalidade.
keepalive 10 120
inactive 3600
O parâmetro "comp-lzo" faz com que o OpenVPN passe a compactar os dados transmitidos através do túnel (é necessário que o pacote "lzo" esteja instalado). O algoritmo usado pelo OpenVPN é bastante leve, por isso o uso adicional de processamento, tanto no servidor quando nos clientes é pequeno. A compressão dos dados não faz milagres, mas é uma boa forma de melhorar o desempenho da VPN ao utilizar links lentos ou congestionados. Esta é outra opção que deve ser incluída tanto no servidor quanto nos clientes quando ambos utilizam Linux, para que seja usada:
float
proto udp
# openvpn --config client.conf
Testando a conectividade.







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